{"id":5521,"date":"2016-07-25T15:56:08","date_gmt":"2016-07-25T18:56:08","guid":{"rendered":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/?p=5521"},"modified":"2016-08-03T15:19:47","modified_gmt":"2016-08-03T18:19:47","slug":"teste-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/teste-2\/","title":{"rendered":"IBAPE participou de Semin\u00e1rio de Normas T\u00e9cnicas promovido pela ADEMI-BA e Sinduscon-BA!"},"content":{"rendered":"<p><!--more-->O Presidente do IBAPE, Eng. Civil e Eletricista Frederico Correia Lima e o Presidente do Conselho Consultivo, Eng. Arival Cidade, estiveram presentes no Semin\u00e1rio de Normas T\u00e9cnicas, promovido pela Associa\u00e7\u00e3o de Empresas do Mercado Imobili\u00e1rio da Bahia &#8211; ADEMI-BA e pelo Sindicado da Ind\u00fastria do Estado da Bahia &#8211; Sinduscon- BA, realizado no \u00faltimo dia 21 de julho de 2016.<\/p>\n<p>Veja a mat\u00e9ria na \u00edntegra:<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>Semin\u00e1rio de Normas T\u00e9cnicas focou nos benef\u00edcios da normaliza\u00e7\u00e3o!<\/strong><\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/06.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5528\" src=\"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/06-1024x768.jpg\" alt=\"06\" width=\"700\" height=\"525\" srcset=\"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/06-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/06-300x225.jpg 300w, https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/06.jpg 1095w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Inibi\u00e7\u00e3o de concorr\u00eancia desleal, troca de informa\u00e7\u00f5es entre pa\u00edses, seguran\u00e7a para o consumidor, facilita\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o de mercado globalizado, atendimento \u00e0s exig\u00eancias legais e de mercado interno e externo e a representatividade impedem amea\u00e7a do mercado de ficar na depend\u00eancia de normas controladas por ind\u00fastrias\/setores s\u00e3o alguns dos benef\u00edcios da normaliza\u00e7\u00e3o apresentados ontem (21), pelo\u00a0 o superintendente do Comit\u00ea Brasileiro da Constru\u00e7\u00e3o Civil (ABNT\/CB-02), Salvador Benevides, no semin\u00e1rio de Normas T\u00e9cnicas realizado pelo SINDUSCON-BA e ADEMI-BA, na sede do sindicato.<\/p>\n<p>A Norma T\u00e9cnica \u00e9 um documento, estabelecido por consenso e aprovado por organismo reconhecido, que visa benef\u00edcios para a comunidade. \u201cAs normas foram feitas para serem seguidas. Ela serve de base para o desenvolvimento do setor e \u00e9 voltada para a seguran\u00e7a da sociedade em todos os sentidos, seguran\u00e7a pessoal e seguran\u00e7a de que a construtora usou produtos confi\u00e1veis, porque se acontece uma situa\u00e7\u00e3o igual a que ocorreu em Vit\u00f3ria, no ES, a construtora \u00e9 que ter\u00e1 que responder por isso, e vai custar caro para a empresa. Ent\u00e3o, a norma veio para enfatizar a seriedade do setor da constru\u00e7\u00e3o civil\u201d, afirma Benevides.<\/p>\n<p>Existem hoje s\u00f3 de normas t\u00e9cnicas para edifica\u00e7\u00f5es 1.013, por\u00e9m, elas n\u00e3o servem como leis. Mas a legisla\u00e7\u00e3o brasileira reconhece a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas (ABNT) como entidade respons\u00e1vel por determinar padr\u00f5es m\u00ednimos de qualidade para produtos e servi\u00e7os realizados no Brasil (conforme prev\u00ea o C\u00f3digo de Defesa do Consumidor). Dessa forma, as normas da ABNT s\u00e3o o principal crit\u00e9rio usado pela justi\u00e7a brasileira em decis\u00f5es dessa ordem. A Norma de Desempenho n\u00e3o fornece penalidades ou multas para quem descumpri-la, apenas os crit\u00e9rios m\u00ednimos exigidos para se determinar objetivamente a qualidade de produtos e servi\u00e7os. Mas \u00e9 consenso entre os especialistas que se trata de uma arma de defesa do consumidor contra pr\u00e1ticas enganosas.<\/p>\n<p>Para o engenheiro eletricista do Instituto Brasileiro de Avalia\u00e7\u00f5es e Per\u00edcias de Engenharia, Frederico Coelho, e tamb\u00e9m palestrante no evento, se as normas de execu\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o fossem seguidas \u00e0 risca como o ocorrido na Boate Kiss, no viaduto em Belo Horizonte e este recente em Vit\u00f3ria, poderiam ser evitados. \u201cAs normas de execu\u00e7\u00e3o s\u00e3o uma etapa do projeto, a execu\u00e7\u00e3o \u00e9 um caminho que vai contabilizar e abarcar a vida \u00fatil da constru\u00e7\u00e3o. A Norma T\u00e9cnica exige que o m\u00ednimo de vida \u00fatil de um projeto seja de 50 anos. Depois, da execu\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria a manuten\u00e7\u00e3o, talvez precisa de uma limpeza de fachada, dependendo da fachada precisa que se fa\u00e7a uma re-pintura de tanto em tanto tempo. Ent\u00e3o, cada um dos sistemas construtivos ele tem a necessidade de passar por uma manuten\u00e7\u00e3o, para garantir aquela vida \u00fatil estimada no projeto e evitar problemas futuros\u201d, finaliza.<\/p>\n<p>O evento ainda contou com mais quatro palestrantes, o coordenador do grupo t\u00e9cnico de Normas da CBIC\/Comat e representante do SINDUSCON-MG, Roberto Matozinho, o diretor de materiais, tecnologias, inova\u00e7\u00f5es e sustentabilidade do SINDUSCON-BA, Marcos Galindo, a coordenadora do grupo de trabalho de Normas da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Escrit\u00f3rios de Arquitetura, B\u00e1rbara Kelch e a consultora da \u00c1rea de Constru\u00e7\u00e3o Civil \u2013 SENAI, Priscila Freitas, que intensificaram o processo de elabora\u00e7\u00e3o, as principais normas t\u00e9cnicas aplic\u00e1veis \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00f5es e apresenta\u00e7\u00e3o do cat\u00e1logo de normas t\u00e9cnicas de edifica\u00e7\u00f5es e planilha de mapeamento da norma de desempenho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.sinduscon-ba.com.br\/noticias\/seminario-de-normas-tecnicas-focou-nos-beneficios-da-normalizacao\/index.html\" target=\"_blank\">Fonte.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":293,"featured_media":5528,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[77,43],"tags":[83],"class_list":["post-5521","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-bi-noticia","category-noticias-e-destaques","tag-bi-82"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5521","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/293"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5521"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5521\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5528"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5521"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5521"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ibape-nacional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5521"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}